Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Simplesmente Simples

Simplesmente Simples

O Caminho Faz-se Caminhando

IMG_0193.png

No passado fim-de-semana realizei uma das etapas dos caminhos de Santiago de Compostela. Sempre pensei tirar umas férias para realizar o caminho por completo desde o Porto, mas fui desafiada por amigos para fazer uma das etapas, o que se revelou uma experiência tão inspiradora, que talvez quem sabe até decida e faça mesmo o caminho por etapas.

Mas decisões à parte, o trajeto foi de aproximadamente 13 km e aliado às motivações ou intenções de cada um, religiosas ou não, o caminho pode ser realmente um momento mágico de grande inspiração.

 

Poderia falar da importância do foco, da auto-superação, da importância de dar um passo de cada vez, poderia até falar da importância da nutrição durante o caminho… em vez disso irei simplesmente partilhar convosco uma das experiências durante o caminho que talvez possa mudar a minha vida para sempre.

 

Durante o caminho cruzamo-nos com vários peregrinos, com os quais se trocavam um “bom dia”, “bom caminho”, uns olhares tímidos e sorrisos sinceros. Mas com um peregrino, o Sr. Andante (nome fictício), a troca de palavras prolongou-se acabando ele por contar a sua breve, mas tocante, história de vida.

 

O Sr. Andante iniciou o caminho dele no mês de Abril em Lourdes (França) passando por Santiago de Compostela com rumo a Fátima. No momento que o conhecemos o Sr. Andante tinha realizado já 1600km pelos próprios pés, somente com uma pequena mochila às costas. Referiu que ainda em Franças a neve fez com que alguns albergues se encontrassem fechados, tendo ele que dormir na rua à porta das igrejas abrigado do frio.

Impressionados com toda a sua história o Sr. Andante partilhou connosco o que o tinha levado a realizar esse percurso, e aí sim, toda a ideia pré-concebida que tínhamos de limites, superação e motivação foi questionada.

O Sr. Andante contou o motivo que o fazia estar ali mostrando todas as suas cicatrizes e marcas de vida, bem como um saco da algália que o acompanhava. Falamos de um estado geral debilitado, matematicamente falando em 60% de incapacidade, frutos de um atropelamento de carro, no qual o Sr. Andante foi esmagado contra uma parede. Esteve internado durante ano e meio e prometeu a si mesmo que se voltasse a andar caminharia desde Lourdes até Fátima.

 

O que poderei mudar na minha vida com o testemunho do Sr. Andante?

 

Naquele momento vários pensamentos e questões assolavam a minha mente.  Acredito que sou realmente grande, talvez maior do que posso imaginar, tenho em mim o que necessito para superar, alcançar, conquistar. E ao mesmo tempo, sou tão pequena, afinal comparado com a imensidão do universo o que representam os meus problemas e questões?

 

Que possa eu, ser um Sr. Andante, que no caminho da vida traga comigo a fé que me leve lá; a motivação que me permita andar, mesmo que a força falhe; mas que comigo carregue simplesmente o necessário e fundamental: os sorrisos, os momentos, os abraços e a beleza de ser real e simples.

Onde Está o Meu Foco?

IMG_0192.png

A nível do desenvolvimento pessoal muito se fala do foco.

Na minha miopia o foco está intimamente ligado à intenção.

O foco é realmente importante quando quero atingir determinado objectivo, pois garante que apesar das pedras no caminho e possíveis tropeços, o foco fará com que me recorde sempre do sítio onde quero chegar. E talvez, apesar do caminho, o foco me leve lá.

 

Assim, o foco é realmente fundamental, a nível de objectivos futuros. Mas terá interesse a curto prazo?

 

Provavelmente já ouviste alguma meditação que te pede para focares na tua respiração. O foco na minha respiração poderá permitir que consiga relaxar mais facilmente.

Se nunca tiveste esta experiência, desafio-te agora a que o faças, vê aqui como.

 

E se a cada dia o meu foco fosse o bom e positivo de cada experiência?

Agora que compreendo a importância do foco será útil tomar atenção ao meu próprio foco?

Será que o sítio onde está o meu foco poderá definir algo na minha vida?

E se eu acreditasse, como tão bem diz o Pedro Vieira, que "onde está o meu foco flui a minha energia" o que poderia mudar na minha vida?

Waffles de Limão

ad1826e1-5171-437f-8a12-6704e5683011.jpg

Longas tardes de verão pedem lanches reforçados, e nada melhor que uns waffles de limão para refrescar.

Para a receita utilizei uma das minhas mais recentes e fantásticas descobertas: óleo essencial de limão da dōTERRA. Este óleo além de funcionar como aromatizador da casa pode ser digerido, o que tem facilitado o meu ritual matinal do copo de água com limão, mas além disso poderá ser útil nalgumas receitas como esta.

Obrigada desde já à querida Mónica que me aconselhou experimentar o óleo! Reticente quanto a óleos essenciais de limão, levou-me a experimentar este e adorei! Além das propriedades desintoxicantes e antioxidantes, promove o bom humor. Para poderes experimentar: clica aqui.

 

Ingredientes:

// 2 ovos

// 6 colheres de sopa de trigo sarraceno

// 200ml de água

// 1 colher de sobremesa de psyllium husk

// 1 colher de sopa de sementes de chia

// 2 gotas de óleo essencial de limão

 

Preparação:

Coloca todos os ingredientes excepto as sementes de chia na liquidificadora e bate até obter uma massa homogénea.

Adiciona as sementes de chia e mistura sem bater.

Coloca uma concha de sopa de massa na máquinda de waffles pré-aquecida. Cozinha por 8/10minutos. O tempo de cozedura vai depender da máquina. 

Serve com o que mais gostares e delicia-te!

Limites Pessoais: Ficaram Onde?

IMG_0187.png

A intenção do blog não passa por dar opiniões. Contudo, defendo a minha liberdade de expressão e assim, pela primeira vez comento hoje algo que li nos últimos dias e que me tocou de alguma forma.

 

A notícia chega-me através do Observador, e o título dizia assim:

“A casa deste urso foi invadida por turistas”. Abate de urso polar gera onda de críticas

 

Não tenciono julgar quem fez o quê nem o porquê, pois o julgamento é algo que evito na minha vida, descobre aqui porquê. Mas algumas questões se levantaram na minha mente ao ler a dita notícia.

Em que altura deixei de respeitar os limites dos outros, sejam eles animais ou seres humanos?

Será que em alguma altura deixei de respeitar os meus próprios limites?

De alguma forma será que o meu desrespeito pelos limites dos outros leva a reacções da parte deles que me poderão desagradar?

 

Considero a imposição de limites essencial na minha vida. Pois, se eu não definir os meus limites perante o outro como ele saberá até onde pode ir?

Considerando que somos uma sociedade que impera maioritariamente pela premissa da acção-reacção, será de esperar que, caso eu ultrapasse os limites do outro ele reaja de alguma forma que até pode ser menos positiva aos meus olhos. Podendo essa reacção ser consciente ou até mesmo inconsciente.

Serviu a tal notícia sobre a morte do urso, para repensar acerca dos meus limites. Talvez possa redefinir quais os meus limites, talvez possa deliberadamente dizer ao outro quais são esses meus limites, e talvez até possa questionar o outro sobre os seus limites, criando relações mais conscientes e respeitadoras.

Sobre Persistir e Mudar

Assim se abre uma nova rúbrica aqui no blog. A intenção é continuar a inspirar-me/(vos) a ser uma pessoa mais feliz e viver a minha melhor versão todos os dias.

Poderei trazer alguns convidados, conhecidos das redes ou não, que com a sua história ou testemunho, me poderão inspirar.

Caso gostassem de ler ou ouvir alguém especial avisem! Ou, quem sabe, possam vocês mesmo contribuir neste espaço.

Espero que gostem!

  

Para celebrar o início desta rubrica, trago-vos um testemunho de uma linda mulher que com 17 anos teve a coragem e ímpeto para alterar todo o seu estilo de vida.

A Mariana encontra-se a terminar o ensino secundário e há cerca de 2 anos mudou por completo o seu estilo de vida. Vegan por opção, é apaixonada por yoga e estilo de vida saudável.  

 

Já faz mais de dois anos desde que mudei radicalmente a minha alimentação. Lembro-me como se fosse hoje, apesar do tempo passado. Tudo começou com um documentário. Ele não é muito conhecido, mas nem sempre os mais conhecidos são os melhores e os que causam mais impacto. Estou a falar do “A Carne é Fraca”. Provavelmente nunca tinhas ouvido falar, o que é normal, uma vez que só se vêm comentários ao “Cowspiracy” e ao “Earthlings”. Os temas são semelhantes, uns centram-se mais nos animais, outros no ambiente, mas vai dar tudo ao mesmo: veganismo.

Mas afinal o que é o veganismo? O veganismo não é mais do que a exclusão de todos os alimentos oriundos do reino animal da alimentação e também de todos os produtos com ingredientes não vegetais e testados em animais. Basicamente, tudo o que envolve animais, os vegans não consumem ou utilizam.

Para ser honesta, não terminei o documentário que falei anteriormente. Não que fosse maçante ou eu tivesse algo mais interessante para fazer, eu apenas não conseguia ver mais a realidade que ele me mostrava. Eu só pensava “Porque é que eu faço parte disto?”. “A Carne é fraca” apresenta-nos a crueldade que é feita nos matadouros, incluindo todos os processos pelos quais os animais passam desde que lá chegam, até à sua morte.

Com todas aquelas imagens que os meus olhos viam, a minha mente estava numa confusão e com constantes interrogações. “E agora? Eu não quero comer mais carne”.

Parece-me importante falar de como era a minha alimentação antigamente. “Terrível” parece-me um bom adjetivo para a descrever e não, não estou a exagerar. Eu vivia bem à base de fritos e refrigerantes. Frutas ou legumes? Contava-se pelos dedos as vezes que eu os ingeria. Eu tinha consciência que não era o correto, eu sabia que devia comer melhor, mas eu não o fazia, já estava programada para a alimentação processada.

Após o documentário eu soube que tinha de mudar, a minha mente soube que tinha de mudar. Se eu queria ser vegetariana, eu tinha que mudar. E assim foi. Não sei explicar exatamente a rapidez da minha mudança, mas acho que a melhor frase que posso dizer é: Quando queres muito uma coisa, tu consegues. Acho que estou sempre a responder isto às pessoas quando elas me questionam se foi difícil tornar-me vegan. Não, não foi.

Se comendo produtos animais eu tinha anemia, o que é que me aconteceria se eu continuasse a comer da maneira que comia retirando carne, peixe, ovos e laticínios? Bem, provavelmente adoecia. Eu percebi que tinha que me tornar mais saudável e para ser honesta, não foi tão difícil como eu pensava. Aquelas imagens do matadouro foram como um click para a minha mudança e agora não me vejo a comer como antes nem sinto saudades. De forma alguma. Quanto à minha anemia? Já era.

Tal como referi num parágrafo anterior, sou abordada constantemente sobre a dificuldade da mudança, as pessoas dizem-me que gostariam de ser como eu, de ser vegan, mas não conseguem. Lamento dizer, mas quando é algo que se quer realmente, é fácil de se atingir o objetivo. Isto não se aplica apenas à alimentação, aplica-se a toda a vida. Se nós queremos algo, nós conseguimos. Se não conseguimos, então é porque não queremos verdadeiramente essa coisa. É assim que eu penso. Está tudo na nossa mente. Foquem-se num objetivo e não desistam dele perante as dificuldades. Tornar- se vegan pode ser um objetivo e pode nem ser difícil de o atingir, mas na nossa vida deparámo-nos com uns que parecem não ser possíveis, mas são, acreditem que são. Persistam, insistam e nunca desistam. A mudança não é difícil.

 

 O que será que posso levar para a minha vida deste testemunho?

Será que se levasse na minha vida a mesma coragem e persistência que ela poderia mudar ou melhorar algo na minha vida?

 

Segue a Mariana: aqui!

Gratidão: Para Quê?

IMG_0186.png

 Hoje revejo o poder da gratidão e que diferenças poderá trazer para a minha vida.

 

(re)Alinha a mente com o coração

Afundada em pensamentos e talvez com o foco desalinhado com o coração, a gratidão permite levar a mente ao coração. Do que serei grata hoje?

 

Lembra-me de viver aqui e agora

Para poder pensar do que estou agradecida, obrigatoriamente o meu foco e presença está no aqui e agora. A gratidão tem então o poder de me trazer para o momento presente.

 

Altera o foco para o bom

Para agradecer tenho que me programar para ver o bom de cada momento e situação. Será que praticando a gratidão a minha mente mais facilmente verá o bom de cada experiência?

 

Sei agora que a gratidão me permite ver o mundo com os olhos do poeta, em cada experiência haverá o bom e belo.

Será benéfico para mim praticar diariamente a gratidão?

Sabendo que em todas as vivências e experiencias haverá sempre algo a aprender ou algo positivo de que poderei ser grata, a minha intenção a partir de hoje é poder praticar a gratidão diariamente.

À Luz da Minha Sombra

D4D61DC1-2D97-40BB-9A87-70B70C08DB0C.jpeg

No desenvolvimento pessoal é comum falar-se da nossa luz e da nossa sombra.

 

Há quem acredite, que quanto mais desenvolvido/evoluído, menor a sua sombra e menos coisas negativas terá ou será.

 

Se pensar numa tarde de praia com um sol intenso, a minha sombra será sem dúvida maior quando o sol está no seu pico e consequentemente há maior quantidade de luz.

 

Ao que surge a questão: Será verdade que quanto mais evoluída, menos sombras terei? Quanto mais iluminada serei, menos aspectos negativos verei?

 

Acredito que, tal como a sombra maior ao sol, também a minha evolução e iluminação trará uma maior sombra. Sinto que talvez não tenha mais sombras, mas tenho outra maturidade e desenvolvimento para olhar para elas, o que por si só pode fazer com que repare mais nelas, para as poder levar até à luz do entendimento. 

 

No caminho do desenvolvimento pessoal aprendi a olhar a minha sombra, perceber de onde vem e do que precisa, e talvez ela própria me ajude de alguma forma a evoluir mais um pouco. Gosto de dizer que de vez em quando bebo café com a minha sombra, dou-lhe a atenção de que precisa e tudo se torna mais simples e fluido para ambas, luz e sombra.

 

A querida Sofia há uns dias colocava no instagram uma frase: "Não há amor-próprio verdadeiro se nele não incluíres as tuas sombras."

E é mesmo isso que sinto, quanto mais aceitar a minha sombra mais fácil e amorosa se torna a relação comigo mesma. Porque talvez apesar de evoluída ou não, mais desenvolvida pessoalmente ou não, a minha sombra poderá estar sempre lá.

Acredito que sou como a cebola, tenho sempre mais e mais camadas e a evolução será sempre um caminho, um tirar de camadas, e a cada camada poderão surgir novas sombras e objectivos.

 

Sei agora que sou um ser perfeito com todas as minhas imperfeições. Entendo agora que talvez a minha sombra não diminua com o meu desenvolvimento. Talvez eu até possa evoluir mais à luz da minha sombra.

O que poderá acontecer se eu não negar a minha sombra? O que poderá trazer para a minha vida esta aceitação da sombra? 

 

Pimento Recheado

2382CDB7-ABF8-495D-8FE6-DB7D51B60F79.jpeg

Hoje trago-vos mais uma refeição super fácil e simples. Não sei como nunca me tinha ocorrido esta ideia antes, porque o resultado foi realmente óptimo.

Aproveitem a ideia e talvez até possam dar asas à imaginação, porque como na nossa vida, repleta de possibilidades, também num pimento há uma panóplia de possibilidades de recheio  :)

 

Ingredientes:

// 1 pimento vermelho 
// 1 mão cheia de espinafres
// 1 tomate pequeno
// 1 ovo
// Sal q.b.
// Noz-moscada q.b.
// Pimenta Caiena q.b.
// Orégãos q.b.
// 1 fio de azeite

 

Preparação:
Começa por cortar o pimento longitudinalmente, tirar as sementes, e coloca num tabuleiro de ir ao forno. Coloca 1 fio de azeite e sal ao teu gosto sob o pimento e leva ao forno pré-aquecido por cerca de 5min.
Coloca os restantes temperos. Enche o pimento inicialmente com os espinafres e coloca o tomate às rodelas por cima. Leva novamente ao forno por cerca de mais 5min.

Coloca o ovo sob o pimento e leva ao forno até o ovo estar cozinhado a teu gosto.

 

Simplesmente delicia-te!

Flexibilidade Comportamental: Como?

7303A2A2-640A-470C-816A-609D53FF7908.jpeg

Hoje quero falar de flexibilidade, palavra que me tem assolado a mente e que tem habitado as minhas intenções diárias.

 

Na minha vida existem algumas pessoas que o seu comportamento me perturbava. Em tempos eu diria que são daquelas pessoas que têm várias caras, e que no fim conseguem tudo o que querem e ainda aparentemente ficam bem aos olhos dos outros. Isto era algo que me incomodava realmente.

 

À luz das minhas aprendizagens comecei a observar essas pessoas de forma diferente.

E se eu observasse essas pessoas de outro prisma?

E se, por momentos, eu pudesse olhar para as pessoas e ir além da forma como elas me fazem sentir, mas tentasse perceber o que posso aprender com elas?

Afinal o que poderei eu aprender com essas pessoas, que me auxiliaria a alcançar os meus objectivos e a melhorar os meus resultados?

 

Apercebi-me que há algo muito marcado em comum nessas pessoas: Flexibilidade Comportamental!

 

Apesar do meio e do fim de cada um (mais certo ou errado aos meus olhos), essa flexibilidade poderia ser algo que me daria uma enorme ajuda em diversas situações na minha vida.  Não me refiro ao ter várias caras, refiro-me ao conseguir adaptar a minha forma de abordagem às diferentes pessoas e situações, mantendo a minha essência e os meus princípios. Talvez eu pudesse, respeitando quem sou, adaptar a minha forma de estar e diminuir a minha resistência nalgumas abordagens - eu chamo a isso de flexibilidade comportamental.

 

Sei agora que essa flexibilidade me daria uma enorme ajuda a chegar onde quero chegar. Compreendo hoje que essa flexibilidade me poderia facilitar o caminho e ajudar a progredir. Talvez a flexibilidade seja um hábito útil a instalar na minha vida.

O que farei com isso? Continuarei a analisar as pessoas da mesma forma, ou poderei aprender algo com elas, nomeadamente essa flexibilidade?

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Segue-me no Instagram


Usa o código BESIMPLE e usufrui de -15% desconto imediato!