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Simplesmente Simples

Seg | 26.11.18

Passado: Bicho Papão!

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A refletir sobre as questões que me coloco nos últimos tempos e que operaram na minha vida grandes mudanças eis que surgem:

 

O que tenho em comum com esta pessoa?

 

O que posso aprender com isto?

 O passado é uma das maiores ferramentas de desenvolvimento pessoal. Não vou chorar sobre o leite derramado, mas posso responsabilizar-me e pensar o que posso aprender com as situações. O quer aprendi com aquela situação? Se fosse hoje o que poderia fazer diferente?

 

Nas relações pessoais, não será diferente. Em cada discussão, em cada debate, em cada relação terminada de forma penosa, posso aprender algo. Talvez a qualidade das minhas relações espelhe a qualidade dos meus pensamentos.

 

Também posso olhar cada pessoa, mais ou menos diferente de mim, e pensar o que poderei aprender com ela – como falei aqui.

 

No passado não interessa só olhar, refletir e aprender. Diria que o passo seguinte será de todos o mais fundamental: O que posso fazer com o que aprendi?

 Aí sim, trago para hoje a aprendizagem e crio magia!

 

Será que tenho o hábito de pensar nas situações à luz de aprendizagem? Será que a minha vida se elevaria para outro nível se me colocar questões de qualidade?

 Após saber que as questões que me coloco podem mudar tudo, vou manter os meus padrões de pensamento ou fazer magia na minha vida?

 

Seg | 19.11.18

Desabrochar- Conversas No Feminino

“Todas as manifestações de poder no mundo acontecem em círculos. O céu é redondo e ouvi falar que a Terra é redonda como uma bola e assim também são todas as estrelas. O vento rodopia em círculos. Os pássaros constroem seus ninhos em forma circular, pois a religião deles é a mesma que a nossa. O Sol gira em círculo. A Lua também e ambos são redondos. Até mesmo as estações retornam sempre para o mesmo ponto. A vida dos seres humanos é o círculo de uma infância a outra e assim é em tudo onde o poder se manifesta.”

Black Elk, chefe dos índios Oglala

Conversas no feminino em círculo, onde poderás empoderar-te, desenvolver-te pessoalmente e aumentar a tua conexão com a espiritualidade.

O caminho em direcção a nós inicia-se no dia 24 de Novembro (sábado) pelas 20h. A cada mês marcaremos nova viagem.

 

Vamos juntas?

 

Inscreve-te comigo, pois as vagas são limitadas. Cada viagem requer contribuição de 5€.

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Seg | 19.11.18

Valor: De Igual Para Igual!

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Trabalho num hospital e isso faz com que lide com pessoas de vários graus académicos e de vários estatutos. Ainda hoje me surpreendo com a forma como se valoriza de forma distinta cada pessoa.

 

Vale o mesmo: o médico, o pintor, o varredor e todos. Numa sociedade que se diz no caminho da igualdade/equidade espanta-me como ainda hoje se coloca mais ou menos direitos em função do grau académico, por exemplo. Será que nalgum ponto compactuarei com essa desigualdade?

 

Penso de que forma me valorizo e valorizo os outros. Será que quem pratica essa diferença reconhece o seu próprio valor? Talvez não reconheço o valor do outro porque não sou capaz de olhar o meu próprio valor e crio a dita diferença.

 

Trazem-me hoje as lágrimas estas diferenças e a forma como funciona o sistema. Mas, sou eu, tu e todos juntos que formamos esse sistema. Posso não mudar tudo, mas posso caminhar passo a passo no caminho da igualdade de direitos.

 

Eu sou valiosa. É valioso o padeiro. É valioso o médico. É valioso o varredor de ruas. Talvez quando tiver coragem de olhar a minha essência e dar-lhe o merecido valor poderei reconhecer o valor do outro. Tranquiliza-me hoje pensar que quem pratica essa diferença é porque de facto não reconhece o seu próprio valor.

 

Sex | 16.11.18

Gratidão. Como?

Hoje é a Beatriz que partilha connosco um pouco de si. Ela tem 21 anos e lançou há pouco tempo um projeto para inspirar pessoas a seguirem a vida dos seus sonhos. Nos tempos livres ela gosta de meditar, estar em contacto com a natureza e praticar exercício físico.

 

Sou a Beatriz, tenho 21 anos e depois de passar o meu secundário todo em artes, decidi que queria ir para o curso de Psicologia. Neste momento encontro-me a concluir a licenciatura em Psicologia e não podia estar mais feliz com a decisão que tomei.

Comecei a interessar-me mais por desenvolvimento pessoal depois de ver uma entrevista da querida Inês Nunes Pimentel num programa televisivo. Identifiquei-me bastante com ela e comecei logo a ler e a procurar informações sobre como transformar o corpo, a mente e a alma, numa procura por uma vida mais conectada com a minha verdadeira essência.

Contudo, o ponto de viragem na minha vida foi quando, no dia do meu aniversário, recebi o livro da Inês- “Vive a tua luz”. A partir desse dia a minha vida começou a transformar-se, comecei a fazer pequenas modificações no meu dia a dia, muito inspirada no que ia aprendendo com o livro. Um dos exercícios que adquiri com a leitura deste livro foi a gratidão. Aprendi o que significa estar grata e, consequentemente, passei a fazer disto uma prática diária na minha vida, porque entendi que quando começamos a agradecer as coisas boas que a vida nos dá, passamos a focar-nos mais nos aspetos positivos, passamos a estar mais felizes e os nossos pensamentos tornam-se também eles mais positivos e vou contar-vos uma coisa… o universo retribui sempre em dobro ou em triplo tudo o que nós agradecemos, porque ao agradecermos significa que estamos prontos para que mais coisas boas aconteçam connosco.

Neste momento, pratico a gratidão todos os dias, por vezes até várias vezes por dia. Agradeço tudo, até as coisas mais significativas, porque a gratidão também nos ajuda a olhar para as coisas com outros olhos e a ver pequenas coisas (em tamanho) como grandes coisas (no seu valor). Um bom exercício que podem fazer é o seguinte: arranjem um caderninho e escrevam lá as coisas pelas quais estão gratos, usem muitas cores e vão ver que rapidamente vão ter mais coisas para agradecer do que as que têm para se lamentarem. Para mim este exercício teve um efeito significativo, porque para além de “obrigar-me” a pensar nas coisas que me aconteciam durante o dia e a transmiti-las para o papel, ajudava-me também a dar mais valor a essas coisas porque não ficavam apenas em pensamento… Podem também fazer o exercício de agradecerem conforme as coisas vão acontecendo ao longo do dia (apenas em pensamento, com vocês próprios) e depois, à noite, fazem uma retrospeção de tudo. Tenho a certeza que ao fazerem o exercício de agradecerem diariamente, vão tornar a vossa vida muito mais feliz, muito mais significativa e com mais luz.

Muito grata por estar a partilhar contigo um dos hábitos que mais mudou a minha vida!

 

O que mudaria na minha vida se praticasse a gratidão?

 

Segue a Beatriz: aqui!

Qua | 14.11.18

Conceptualmente: Todos Iguais!

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Aquilo que nos une é superior ao que nos separa. - Frase clichê, que nem sempre a sinto, a pratico, e lhe dou o real valor!

Ontem a falar com alguém dizia-me: “Tu estás diferente, davas-te de forma diferente com as pessoas. Quando não gostavas de alguém criavas uma barreira, agora tentas compreender essa diferença e o que podes aprender com isso.”

 

Desta afirmação posso retirar tanta coisa, tanta informação importante. Claro que muito se explica pela minha formação e caminho de desenvolvimento pessoal, mas na prática o que mudou?

 De facto, a minha vida exterior pode não ter mudado muito. Trabalho no mesmo sítio e relaciono-me mais ou menos com as mesmas pessoas. Então talvez o que tenha mudado seja o interior, seja a minha forma de pensar e estar.

Nesta reflexão surgem-me duas questões ou pensamentos pertinentes que utilizo no meu dia-a-dia. Talvez estes façam realmente a diferença na minha forma de interagir e de me relacionar com o mundo.

 

O que posso aprender com isto?

 

O que tenho em comum com esta pessoa?

 Vivemos numa sociedade moldada para ver a diferença, independentemente da grandiosidade dessa diferença. Diferença de género, diferença na cor da pele, diferença de gostos, diferença de estatutos sociais, diferenças e diferenças que nunca mais acabam e criam barreiras relacionais. Mas será que se me focar nas diferenças crio proximidade ou afastamento das pessoas? Será que ao focar nas diferenças não me afastarei de certa forma de mim própria?

 

Talvez seja para mim mais útil focar-me na igualdade. Talvez se me focar na igualdade consiga criar mais ligação e proximidade com cada pessoa. Talvez até consiga lidar mais fácil e levemente com situações e pessoas que anteriormente me perturbavam.

 

Proponho-te um exercício:

Pensa em alguém de quem não gostas, alguém com quem estás em choque, alguém que neste momento simplesmente te venha à mente, sem analisar ou julgar.

Agora pensa o que tens em comum com essa pessoa. O que te aproxima dela.

Que traços tens em comum com essa pessoa?

É possível que a resposta imediata seja: Nada!

Mas questiona-te: O que eu quero? O que quer esta pessoa? O que procuro em ultima instância? O que procura também esta pessoa?

Através de questões sucessivas talvez possas concluir que: ambos são seres humanos e ambos têm como ambição a felicidade.

 

De facto, todos temos algo em comum e ambicionamos o mesmo: Somos seres humanos e queremos ser felizes!

É verdade que existirão sempre diferenças, mas existirá sempre algo em comum!

Realmente é certo que a felicidade é um conceito dinâmico e pessoal. O que representa a felicidade para mim e aquilo que faço para a atingir poderá ser completamente diferente das pessoas que me rodeiam. Isso tornar-me-á completamente diferente da outra pessoa? Talvez não, no fundo ambos queremos o mesmo, somente tivemos aprendizagens e vivências diferentes.

 

De onde vêm então essas diferenças? Se queremos todos o mesmo, porque somos tão diferentes?

Quando nasci era um bebé com as mesmas necessidades, crenças e ambições que todos os restantes bebés. O que de facto poderá explicar o caminho em sentidos diferentes é a vida que temos, o nosso passado e as nossas aprendizagens, mas isso não muda a intenção major da experiência humana. E essa é realmente o desejo de felicidade. A felicidade, no fundo, sobrepor-se-á a tudo. Portanto aquilo que nos une é realmente superior àquilo que nos separa.

 

O que ganho em pensar assim? O que pode mudar na minha vida se focar no que me une aos restantes?

Talvez se me focar no que tenho em comum com essa pessoa o sentimento que nutro por ela mude de certa forma, ou simplesmente se torne mais leve. Talvez a minha vida se torne de forma global mais leve. Talvez todas as minhas relações se transformem magicamente.

 

O que vou fazer na minha vida com esta informação? Vou continuar a lamentar, ou criar relações mais reais e belas?

Vou focar nas diferenças e criar barreiras, ou focar na igualdade e ter relações mais prazerosas?

Sex | 09.11.18

Pessoas De Mau Humor: Descobre Como Lidar

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Há dias colocaram-me esta questão, a qual resultou em reflexão… Como lido com pessoas de mau humor? Como poderia lidar de forma a tornar a minha vida mais leve?

 

Primeiramente o mau humor nada mais é do que julgamento. Na minha vida, aprendi que tudo se torna mais leve sem julgamento e aceitando simplesmente que tudo é o que é. Não significa que concorde com isso, mas talvez se aceitar o que é, mais facilmente veja formas de lidar com isso.

 

Quanto a lidar com o mau humor dos outros, surge-me outra questão: Como lido com o meu mau humor? Talvez nessa resposta encontre algumas respostas e insights sobre o mau humor dos outros e de que forma posso lidar com isso. Nem todos os dias são bons e felizes, como lido com os meus dias menos felizes? Aceito-os ou nego-os?

 

Reparo que também nem todos os dias me deixo envolver ou incomodar com o mau humor dos outros. Porque acontecerá isso? Porque a forma como lido com a mesma coisa ou situação nem sempre é igual?

Talvez se cuidar primeiro do meu humor e estado de espírito, de certa forma me torne mais impermeável ao estado de espírito dos outros. Quanto mais fortes são as raízes das árvores, menos estragos acontecem com o vento.

 

Existem ainda algumas questões que posso colocar-me e mais facilmente lidar com o humor dos outros:

1# Isso interessa daqui a 5 anos? Daqui a 5 anos o impacto deste humor desta pessoa vai interferir em algo comigo?

Esta questão cria distanciamento daquilo que eu sou e daquilo que é o estado de espírito dessa pessoa. Quanto mais distância existe entre isso, menos interferência acontece no meu Ser.

 

2# O que posso aprender com o estado de espírito desta pessoa?

No momento, pode parecer uma pergunta ilógica, mas de facto pode fazer a diferença. Eu por exemplo, quando alguém está de mau humor olho para mim e reconheço se tenho algo daquilo, de certa forma, talvez na próxima vez que estiver de mau humor vou tentar que isso não interfira com quem me rodeia.

 

3# O que é afinal o mau humor e de onde vem? Poderei fazer algo para alterá-lo?

Olho de antemão uma pessoa mal-humorada e crio uma barreira invisível, na qual em vez de criar aproximação crio ainda mais afastamento. Talvez possa eu tentar criar aproximação e possa de alguma forma até influenciar a pessoa a mudar o seu estado.

 

Qua | 07.11.18

Energizando de Dentro para Fora

Hoje é com a Joana que me inspiro. Ela tem 32 anos e à parte de como se define profissionalmente, gosta de ler, escrever, viajar e passar horas à conversa com amigos.

 

Venho contar-vos um pouco de como eu, enquanto enfermeira e terapeuta (e também ser humano), cuido da minha energia, alguns dos meus rituais, e apenas um pouco da minha perspetiva sobre isto, porque podia ficar aqui a escrever, escrever, escrever.

Tanto como enfermeira como enquanto terapeuta, trabalho directamente com pessoas que sentem dor ou desconforto, além de toda uma bagagem de experiências de vida que carregam consigo, tal como eu carrego a minha. No hospital estou com pessoas que se queixam porque a cirurgia foi adiada, ou porque não querem estar ali. Lido com a morte. Os familiares muitas vezes procuram em nós respostas que não conseguimos dar. Há em mim sentimentos de grande impotência em relação ao sofrimento, quando já se tentou de tudo para o amenizar. Eu e os colegas por vezes somos também afectados pela nossa vida “lá fora”, e isso transforma o ambiente de trabalho. É tão fácil culpar um ambiente tão pesado emocionalmente por aquilo que nos acontece, não é?!

Adoro o que faço, mas por vezes chego a casa a sentir-me completamente esgotada de uma forma que não consigo explicar. Não é só físico, não é só mental, é mais do que isso. Ouvimos muitas vezes falar das energias negativas que outras pessoas ou determinados locais carregam, e eu acredito nisso, mas também acredito que se responsabilizarmos apenas o que é externo nunca estaremos em equilíbrio. Este equilíbrio é muito importante para conseguirmos ajudar o outro e também a nós próprios.

Energia: damos e recebemos

É normal quando somos terapeutas ou qualquer outro profissional que lide directamente com pessoas, principalmente, segundo me explicaram, quando trabalhamos com as mãos e utilizamos o toque, que exista uma troca de energia. Ambas as pessoas podem ser afectadas. O meu professor de Yoga, que também é terapeuta de massagem, desde o dia em que soube que eu estava no curso de Massagem Ayurvédica, que me disse que para eu fazer massagem aos outros devo fazer meditação diariamente. Outras pessoas aconselharam-me a fazer uma limpeza a mim própria e ao ambiente antes de iniciar qualquer terapia, incluindo entre terapias. Estas pequenas coisas ajudam a diminuir a possibilidade de transferência de energia negativa de ambas as partes ou do ambiente, ou ajudam a eliminar a energia que tenha sido transferida. Damos e recebemos energia. Ninguém faz por mal, simplesmente é assim. Aqueles dois conselhos são duas coisas às quais me mantenho fiel desde que os ouvi. Só assim sinto que sou capaz de dar o melhor de mim aos outros.

Também depende daquilo em que acreditamos

Na minha opinião, aquilo em que acreditamos está muito relacionado com a forma como as energias nos afectam. Adoro cristais, por exemplo. Acredito que nos podem trazer determinadas vibrações, ajudam-nos a focar-nos nas nossas intenções, mas, como digo sempre, não é por perder algum que fico a chorar e a achar que a partir dali tudo vai ser pior. Aqui, o apego por ter o efeito inverso daquele que inicialmente estava planeado. A diferença é que as coisas fogem mais ao nosso controlo quando atribuímos os resultados apenas a algo externo, do que se acreditarmos que também temos influência sobre isso: podemos tentar afastar-nos daquilo que nos faz mal, mas por vezes isso não é possível, como no trabalho. Por isso é tão importante, na minha opinião, acreditar que também nós temos uma grande influência na nossa energia e que podemos trabalhá-la e protegê-la.

Os nossos pensamentos, aquilo que interiorizamos, também são de extrema importância aqui. Se achamos que algo irá correr mal, que vamos ser afectados por isto ou aquilo, então é provável que aconteça, mais que não seja porque é nisso que nos focamos. Alterar o tom dos nossos pensamentos, apesar de nem sempre ser fácil, pode ser um grande passo para sermos mais felizes e sentirmos energia positiva a envolver-nos. Sinto-me mais alegre e consigo digerir mais facilmente aquilo que acontece, mesmo aquelas situações mais “negativas”. Isto significa que posso ajudar a resolver aquilo que deve ser resolvido com uma mente mais clara e um coração mais aberto, com compaixão e compreensão. Claro que há dias e situações que me afectam mais, mas isso é como tudo. Afinal, somos todos seres humanos. Quantas vezes cheguei a casa e tive de libertar momentos e sentimentos relacionados com o dia de trabalho, porque lá a minha prioridade é pessoa que se encontra à minha frente, e tenho noção que o que se passa dentro de mim pode ser trabalhado em casa. O importante é conhecermo-nos e trabalharmos de acordo com aquilo que necessitamos.

Falo-vos abaixo de alguns dos meus rituais. Ajudam-me a manter o foco e direccionar as minhas intenções, e isso é essencial para me sentir mais positiva, e até renovada.

• Cristais, que diariamente deixo a minha intuição escolher, e que levo comigo quando saio de casa ou utilizo para complementar algum ritual.

• A meditação diária tem sido uma excelente aliada, mais que não seja porque percebo quais os pensamentos que me assaltam quando estou em silêncio. A partir daí, procuro trabalhar esses pensamentos e as minhas emoções. Já terminei meditações a dançar de forma energética, porque sentia que era isso que devia fazer para “expulsar” as emoções negativas que sentia naquele momento. Acreditem, é libertador.

• Guardo os banhos de ervas para aquelas fases em que ando mesmo em baixo, em que eu própria me sinto pesada e preciso “renovar” energias de forma mais ou menos rápida.

• Natureza é cura! Adoro passear de pés descalços, principalmente na relva ou na terra. Adoro recarregar baterias na natureza, e todos os dias procuro contacto, pelo menos, com as minhas plantas e estar só um pouco com a lua à noite. Quando posso, procuro um contacto mais profundo, num jardim, numa serra ou numa praia, por exemplo.

• De tempos a tempos faço o auto-tratamento de Reiki durante 21 dias, e faço também muitas vezes antes da meditação. Faz ainda parte do meu ritual de limpeza antes das terapias.

• Escrever no meu caderninho. É um momento em que escrevo aquilo que me vai na alma, seja em prosa, seja em poesia, sejam palavras soltas. É uma forma de desabafo que me permite chegar mais longe, porque consoante vou escrevendo, novas preocupações, feridas antigas, podem ir surgindo, e desenvolvo a partir daí. Procuro sempre terminar com algo positivo, para ser essa a vibração que me acompanha quando fechar o caderno, por isso no final escrevo uma lista das coisas pelas quais sou grata.

• Incensos, para limpeza do ambiente ou de mim própria, excelente entre massagens ou depois de um turno no hospital. Para mim, os incensos naturais são os melhores.

• Sempre, sempre, sempre, inicio e termino o meu dia a agradecer pelas coisas boas e pelas aprendizagens ao longo da minha caminhada.

Estes são apenas alguns exemplos dos rituais que eu faço, e cada um de nós deve procurar o que faz sentido para si a cada momento.

Espero que gostem desta partilha. Um agradecimento do tamanho do Universo por me ter sido dada a oportunidade de escrever neste lindo cantinho, que eu sigo com tanto carinho já há algum tempo.

Um abraço de Amor e muita Luz,

Joana Silva

 

 

O que poderei levar deste testemunho para a minha vida?

Será que se cuidar primeiro da minha energia, antes de culpar o externo, algo mudará?

 

Segue a Joana: aqui e aqui!

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