Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Simplesmente Simples

Simplesmente Simples

Sex | 28.12.18

Faz Brilhar 18/19

49087101_2268549213431003_3926923052960448512_n.jp

É tempo de parar. É tempo de parar e escutar o meu próprio Ser e sentir. Mais um ano que acaba e com ele mais um ciclo que começa. É tempo de parar, refletir, deixar ir e intencionar para o ano novo que começa. É altura de escutar o meu coração e decidir o que quero criar no próximo ano.

 

Com esse objetivo apresento-te o Faz Brilhar - o e-book que nos vai facilitar este processo de terminar e recomeçar. Este e-book foi criado para nos ajudar na reflexão e libertação do que aconteceu em 2018, mas também a definir o que vamos criar em 2019 e ainda um ritual final para tornar tudo ainda mais mágico!

 

Como? Quando? Por que preço?

O e-book é completamente gratuito!

Para adquiri-lo só tens de participar aqui ou aqui até ao dia 9 de Janeiro.

E a grande novidade é: todos ganham! Sim, é verdade, não haverá sorteio, aqui todos ganham!
Para isso participa, segue as regras e serás contactado para envio do e-book!


Que seja um ano mágico e poderoso para ti!

 

Qui | 27.12.18

Acrescenta Valor

Tudo começou em Agosto. De uma enorme vontade de realizar e acrescentar valor à vida, unimos vontades e assim se lançou o Acrescenta Valor. Em conjunto com a Raquel pretendemos inspirar-vos a viver a vossa melhor versão e acrescentar valor à vossa vida e às vossas relações.

Iremos criar momentos felizes, reflexões, mas acima de tudo realizações, quem quer embarcar connosco nesta viagem?

Sigam a página (aqui e aqui) e fiquem atentos, afinal a magia anda por ai ;)

Podem também contactar-nos via email: acrescentavalor@gmail.com

 

Qua | 26.12.18

Influencer - Será?

Cópia de E se cada pessoa me pudessse cnsinar alg

Está na moda a palavra Influencer. Nos meios de comunicação social a palavra Influencer aparece constantemente e hoje é sobre ela que reflito.

Há quem adore a palavra e encontre nela a designação para a sua área de atividade, e há quem a deteste e critique, porque “O que sabe uma blogger sobre a minha vida para dizer algo e me querer influenciar?”

 

Como em tudo existem vários prismas e formas de ver e viver essa palavra. Na minha miopia, a influência só existe se eu a permitir. Só eu assumo, ou não, as rédeas da minha vida e deixo que me influenciem. Defendo que posso e devo mostrar novos pontos de vista a quem me lê, pois assim darei liberdade a que cada leitor escolha qual a forma de pensar e estar que quer implementar na sua vida. Contudo, a palavra influenciar não me parece de todo uma conotação muito positiva, pois assumo alguém subordinado que se deixa levar por outro.

Ainda assim, isso não significa que se deva criticar alguém por mostrar A ou B ponto de vista nas redes ou na vida, pois a liberdade assim o permite, e se há algo que não gosto ou algo que não me identifico está tudo certo, é somente uma opinião de outra pessoa que em nada influencia a minha vida, mas isso não implica que vou criticá-la por se denominar Influencer, pois para ocorrer influência depende de 2 pessoas, em que uma se deixa de facto influenciar.

 

Defendo a liberdade e o empoderamento. Acredito que sou livre e devo tomar as rédeas da minha vida. Assim, o que posso acrescentar à minha vida recorrendo aos  chamados Influencers? Novas formas de pensar e estar. E que bom que posso sempre tentar ver as coisas e a vida de outro prisma. Se a influência ocorre ou não, isso já depende totalmente de mim. O poder está sempre em mim.

 

Com isto digo, mais amor e menos desamor, se não me identifico ok, mas isso não significa que vá criticar o outro.

Será que o que acontece nesta critica das redes sociais não acaba por ser o que acontece na minha vida em todas as suas áreas? Será que a constante crítica me trará algo de novo e de valor à minha vida?

Talvez enquanto critico o outro por se denominar Influencer esteja afinal a dar-lhe poder sobre a minha vida. Talvez esteja a entregar-lhe o meu poder.

O que vou fazer agora com este conhecimento e consciência?

 

Seg | 17.12.18

Maternidade Sem Tabus

Mais uma linda convidada que me inspira hoje. A Filipa tem 32 anos e é mãe há cerca de 2 anos de uma linda menina. É Doula, Coach Transformacional, fundadora do projeto “Mães Imperfeitas” e apaixonada pelas transformações que acarretam a maternidade.

A Filipa afirma que a sua missão é apoiar as mães no processo de auto-descobrimento, neste processo de transmutação, de perda, de ganhos, de tristeza, de alegria. Acrescenta ainda que o seu propósito é apoiar as mães a serem a mulher e mãe que querem ser de verdade, sem culpa e sem tabus.

Apesar de ainda não ser mãe hoje é com a Filipa que me inspiro. Também ela poderá trazer algo novo à minha vida.

 

Quando vamos ser mães pela primeira vez, ninguém nos avisa que vamos ter a maior transformação da nossa vida, que vamos morrer e renascer, que vamos mudar de Identidade!!

Acredito profundamente que a Maternidade é um gigante portal de transformação e que o nascimento não é apenas sobre o bebé, mas essencialmente sobre a nova Mulher que nasce com ele - a Mãe!!

 

Sempre fui uma apaixonada pela vida, à busca de coisas que me fizessem sentido ao coração, que me fizessem vibrar, e por isso posso considerar que já vivi muitas experiências e aventuras, mas sem sombras de dúvidas que a maior delas todas tem sido experienciar a Maternidade. Gerar um ser, dar à luz e educar esse ser é de uma magia e intensidade inexplicável.

 

Quando descobrimos que estamos grávidas começa toda uma viagem… Uma viagem tão louca que nem a maior montanha russa conseguiria igualar.

De repente vemo-nos em frente a um gigante espelho onde somos obrigadas a olhar a nossa verdade crua e dura. Estamos finalmente frente a frente com a nossa sombra, a nossa luz, os nossos maiores medos, as nossas maiores fragilidades, tudo vem ao de cima para ser visto e encarado, até as coisas que achávamos que já tínhamos ultrapassado.

Neste momento, questionamos quem somos, o que defendemos, o que acreditamos e metemos tudo em causa. Começamos a sentir um vazio e uma solidão inexplicável.

 

Embrulhadas neste turbilhão de emoções, eis que nasce aquele ser maravilhoso!! Achamos que tudo vai ficar bem, que vamos ser as mulheres mais felizes do mundo. Só que nesse momento percebemos que afinal a viagem não terminou… Sentimo-nos ainda mais perdidas, mais confusas, mais sozinhas… O vazio que sentíamos antes não foi preenchido e aumenta a angústia com o facto de nos sentirmos perdidas algures, algures entre a pessoa que éramos e a pessoa que somos agora. Tudo o que nos era conhecido desaparece, a nossa rotina, os nossos hábitos, os nossos amigos, o nosso tempo, a nossa autoestima… Sentimo-nos as loucas, as mães diferentes de todas as outras, porque não nos sentimos imersas numa felicidade que nos “pintam”.

Temos perante de nós um ser que depende de nós 24h, onde o espaço e tempo para entendermos o turbilhão que entrou na nossa vida não existe.

 

Lembro-me de quando tive a minha filha... das dores, da insegurança, do desconhecido, do turbilhão de emoções, do cansaço, da tristeza, da sensação de querer fugir, do sufoco…

Foi na procura de entender o porquê desta intensidade, deste turbilhão que entra na nossa vida e nos transforma e nos transtorna, que percebi que estava perdida na minha identidade, que ninguém me tinha preparado para essa parte, que nunca ninguém se sentou e falou comigo que eu ia sofrer uma transformação gigante.

Quando entendi que tudo estava certo, que tudo fazia parte desta morte e renascimento, desse deixar ir, dessa mulher que está a renascer como mãe, que o meu coração acalmou, apaziguou e eu entendi o que teria de fazer para me reencontrar.

Como em qualquer transformação, existem peles que têm de sair, folhas que têm de cair, e eu tinha de perceber o que iria deixar para trás, o que já não me fazia sentido e o que iria trazer comigo. Quem era esta nova Filipa que era mãe e que queria continuar a ser mulher, profissional e esposa?

Aquela mulher livre, sem filhos, só com a responsabilidade dela mesma, com algum controle no seu tempo e espaço, deixou de existir. Os amigos desaparecem, toda a vida muda. Há um tempo em que isso nos magoa, nos faz confusão, mas depois de entender esta transformação do nosso Eu, percebemos que tudo não passa de um “afunilar” da nossa vida, de ficar quem realmente queremos e com quem nos identificamos, de agir de acordo com a nossa nova identidade, de aceitarmos este novo estado da nossa vida.

Existe agora uma mãe que conhece o amor incondicional, que descobre o que é ter um cordão umbilical sempre ligado, um coração sempre conectado. Uma mãe que aprende que agora tem um ritmo próprio e especial, um ritmo sem tempo marcado, sem hora certa, sem coisas previstas e controladas! Os nossos filhos vêm-nos mostrar e ensinar a Flexibilidade, a Presença e a Aceitação!

Uma mãe que agora tem um objetivo de vida maior: Ser um exemplo para aquele ser do que acredita e defende, e para isso precisa de se conhecer profundamente, saber quais são os seus verdadeiros valores e crenças, precisa de deixar máscaras, crenças impostas pelos outros e ouvir a sua verdade.

E é nesta mudança de identidade que muitas vezes nos perdemos, que ao não ser encarada não é preparada, não é falada… E acredito que por isso muitas mães renascem de uma forma intensa e dolorosa, sem o apoio prático, físico e emocional que necessitam.

 

Foi aqui que senti que podia fazer mais, que queria fazer mais e apoiar as mães neste processo de autodescobrimento, neste processo de transmutação, de perda, de ganhos, de tristeza e de alegria, para que possam viver esta fase da forma mais consciente e positiva possível. Foi assim que me tornei Doula e Coach Transformacional, Autora do projeto Mães Imperfeitas.

 

O meu desejo é que possamos cada vez falar mais da VERDADE sobre a maternidade, dos nossos desafios e desta profunda transmutação, não para tirar a beleza desse grande desafio de sermos mães, mas sim para engrandecer a experiência e mostrar o quão humana é!

 

E não se esqueçam, existe sempre algo muito importante que tenho aprendido arduamente como mãe: PEDIR AJUDA!!

Não temos de ser as supermulheres e passar por tudo sozinha, como existe um provérbio africano que amo: “It takes a village to raise a child.” Não é tarefa para 1 ou 2 pessoas só.

Tal qual como um bebé quando nasce, a mãe também está sensível e vulnerável, precisa de colo, carinho e apoio.

Somos humanas… Também sofremos… Somos Mães Imperfeitas!!

 

O que poderei aprender deste testemunho da Filipa?

Sendo ou não mãe, será que se eu pedir ajuda quando sentir e aceitar que sou um Ser perfeitamente imperfeito na minha vida algo mudará?

 

Segue a Filipa: aqui e aqui!

Sab | 15.12.18

Dicas Para Uma vida Mais Feliz e Saudável

Cópia de E se cada pessoa me pudessse cnsinar alg

Na última semana tive uma pequena gripe que, apesar de pequena, me trouxe um dia de recuperação em casa e alguma reflexão. Coincidência, ou não, atendi duas senhoras no trabalho nessa mesma semana que contribuíram nessa reflexão e relembraram-me de algo tão importante.

Reflito sobre a saúde, o equilíbrio entre o corpo-mente-espírito e sobre envelhecer.

 

Uma das senhoras que atendi tinha aproximadamente 80/90 anos e aparentava um ar tão jovem e saudável que por si só despertou em mim alguma atenção. Talvez se eu assumisse a mesma postura que ela leva na vida pudesse eu também envelhecer jovem e com ar saudável. Ao longo da consulta o que despertou mais a minha atenção foi a quantidade de vezes que a senhora dizia “obrigada Senhor”. Daquelas pessoas que repetem a mesma coisa tantas vezes que até testam a paciência da pessoa e até quando o médico lhe disse o seu problema e que tinha de ser operada, apesar de uma cirurgia simples, ela agradeceu ao Senhor, porque detetou a sua situação atempadamente. Contudo, talvez essas palavras que ela tanto repetia demonstrassem a forma como ela pensa e vê a vida. Talvez eu pudesse aprender algo com ela.

 

“Obrigada Senhor” remete-me para dois pensamentos/dicas:

- Apesar da senhora mostrar bastante ligação à religião católica, levo este pensamento e sentimento da fé além disso. Não preciso de ter religião para ter fé. E talvez a fé contribua para uma vida mais leve e saudável.

GRATIDÃO - Aquela palavra tão falada (e ainda bem) a nível do desenvolvimento pessoal (que também falei aqui). Talvez se eu assumir uma postura de gratidão veja mais facilmente o lado positivo das situações e isso me permita viver uma vida mais feliz.

Ao sair da consulta a senhora afirmou que estava feliz por ir para casa e por poder ir cozinhar e almoçar à sua hora habitual. Puxei a conversa e fiz-lhe algumas perguntas, sendo que ela afirmou que evitava ao máximo restaurantes e comida “não verdadeira”. Assim surge-me mais uma dica ou pensamento para uma vida e futuro envelhecimento mais saudável e feliz – ALIMENTAÇÃO CONSCIENTE - Não me refiro a comer saudável ou não saudável, porque o ser saudável é puro julgamento e mais do que a comida que ingerimos vale a forma como a ingerimos e como nos sentimos ao ingeri-la.

 

Mais tarde, ainda na mesma semana, realizei um exame a mais uma senhora que, apesar dos seus 75 anos, a sua aparência física e mental era de muito menos idade. Na realização do exame a senhora apresentava-se ligeiramente queixosa, porque gostava muito de ler e agora a sua visão estava a dificultar-lhe esta atividade.

Realizei o exame e no fim, como assumida amante de livros, questionei a senhora de qual o seu género de livros preferidos. Assim a senhora acabou por me contar que se reformou, mas que optou por não se resignar a ficar em casa, então todos os dias “ Acordo, arranjo-me como se fosse trabalhar e vou até ao café em baixo do prédio. Bebo o meu cafezinho e leio o jornal.” – AUTOESTIMA - A senhora, apesar da idade e de não ter obrigações que a levem a arranjar-se para sair de casa, acaba por fazê-lo, alimentando o seu amor-próprio e cuidando da sua aparência, pela forma como isso a faz sentir.

A senhora contou-me ainda que participava num grupo de poesia num determinado dia da semana e que lia bastantes livros da biblioteca, sendo que só este ano já tinha lido cerca de 90. – EXERCITAR/ ALIMENTAR A MENTE – Talvez o facto de a senhora ler tanto e manter a sua mente constantemente em exercício isso permita que o seu envelhecer seja mais saudável. Além de toda a cultura e conhecimentos que podem advir dos livros e talvez contribuam na sua vida para ela ser e estar como é hoje, uma jovem de 75 anos.

 

Acredito na unicidade do Ser humano e que cada Ser experiencia de forma subjetiva a vida. Talvez todos estes pensamentos não me levem a lado algum, ou será que levam? Será que se tentar praticar na minha vida estes princípios algo mudará? Talvez saiba agora mais formas de me manter feliz e saudável.

 

Seg | 10.12.18

Dia Internacional dos Direitos Humanos

Hoje celebra-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos e decidi inspirar-me com um amigo sobre o tema. O Ruben lançou há pouco tempo um projecto que visa aumentar o bem-estar geral de quem o lê e hoje é com ele que me inspiro.

 

Hoje, dia 10 de dezembro, podia falar sobre a celebração do Dia Internacional dos Direitos Humanos. 

Ao invés disso vou-vos convidar a fazer algo diferente, convido-vos a uma reflexão única e própria em cada um de vós.

Para que possam fazer este exercício só têm que estar vivos e respirarem.

Através deste exercício tenho como intenção alertar-vos das mais diversas formas para a responsabilidade que cada um de nós pode ter na formação do mundo que vivemos. Um mundo onde a dignidade é inerente à pessoa humana poderá ser fundamento da liberdade, da justiça e da paz.

Começo por dizer algo que li algures, que esta data visa homenagear o empenho e dedicação de todos os cidadãos defensores dos direitos humanos, e colocar um ponto final a todos os tipos de discriminação, promovendo a igualdade.

Sendo assim pergunto-te se discriminas a ti próprio? Se de alguma maneira negas o que sentes, negas o que imaginas, negas o que dizes a ti próprio?

Sendo assim pergunto-te se te tratas de maneira igual? Se tratas a tua alegria da mesma maneira que a tua tristeza, a tua coragem da mesma maneira que o teu medo? 

Então como podemos criar um mundo onde governam os ideais de paz, respeito mútuo, liberdade de expressão, entre outros se esse mundo nem em ti próprio existe? Como poderemos fazê-lo se és o primeiro a negar isso a ti próprio? 

Talvez possas a partir de agora mais consciente aprender das mais diversas maneiras, a amar, a cuidar e a respeitar todas as tuas partes.

Talvez possas aprender a ouvir, a ver e a sentir de forma muito sincera cada parte que esta em ti, cada sentimento, cada pensamento.

Talvez assim, amando, cuidando e respeitando a nós próprios aprendemos a amar, a cuidar e a respeitar melhor os outros.

Talvez depois de aprenderes ou se já aprendeste a fazer isto possas ensinar a outros a tratarem melhor deles mesmo.

 

Segue o Ruben: aqui!

Sex | 07.12.18

Sunshine Blogger Award - Desafia-te!

Não costumo aderir a desafios aqui no blog. Não é de todo o âmbito do blog e até hoje não encontrei intenção que me levasse a aderir a esses desafios.

Contudo, hoje decidi responder. A intenção de aderir a este desafio é divertir-me e relembrar-me de como a diversão faz parte e auxilia o processo de desenvolvimento pessoal.

A querida Hannah RBC desafiou-me a responder então às seguintes perguntas:

 

  1. Porque começaste o teu blog? Sempre foi fácil?

O blog nasceu da vontade de inspirar pessoas a serem mais felizes e viverem a sua melhor versão. Aliado a algum tempo livre e bastantes reflexões pessoais, pensei que talvez pudesse partilhar algumas dessas reflexões. Se contribuir positivamente para a vida de 1 pessoa já tudo valeu a pena.

Não foi sempre fácil, pois tudo na vida é cíclico. Contudo, nos dias menos fáceis ou com menos vontade de continuar é importante para mim relembrar-me do motivo pelo qual comecei, aí sim, conecto-me com o meu propósito e enquanto fizer sentido tudo certo. Se um dia deixar de fazer sentido, tudo certo também.

 

  1. Qual foi o dia mais marcante até agora na tua vida?

Tenho mesmo de dizer só 1 dia? :D

 

  1. Qual é o teu livro preferido? E qual foi o livro que detestaste completamente?

Sinceramente não consigo enumerar um único livro pois existem vários e em cada momento existiram livros diferentes que me marcaram. Um título que me  surge agora em mente  é por exemplo: Mulheres que correm com os lobos de Clarissa Pinkola Estés.

Um livro que detestei? Não sei, porque não o li hahhaha

 

  1. Gostarias viver nalgum país da Europa diferente de Portugal?

Identifico-me muito com a cultura e estilo de vida dos países nórdicos, contudo isso não significa que gostasse de lá viver 😊

 

  1. Se pudesses mudar algo no mundo, o que seria?

Há tanta coisa que gostava de mudar… Contudo acho que seria o amor próprio de cada pessoa. Se cada pessoa se amar, cuidar e respeitar, consequentemente isso mudará também a forma como se relaciona com o outro e com o mundo.

 

  1. Sempre recebeste no Natal aquilo que querias? Qual foi a melhor e a pior prenda que já recebeste?

Sinceramente o consumismo no Natal traz-me algumas reflexões.

 

  1. Qual é a tua área de estudo?

Sou Técnica Superior de Diagnóstico e Terapêutica.

 

  1. Se pudesses mudar algo na tua vida o que mudavas?

Pode parecer resposta feita… mas não mudava nada. Existem situações que me trazem algumas lágrimas, algumas situações que me podem causar alguma dor, contudo é com elas que aprendo e evoluí para aquilo que sou hoje.

 

  1. Tens alguma música preferida? Se não, algum artista? Se nem isso, que género de música é que achas que te identifica?

Esta reposta para mim torna-se muito vaga, porque de facto não existe assim uma música, uma pessoa nem um estilo. A música que ouço depende do dia, do estado de espirito e do momento, tanto ouço funk, como fado, como músicas meditativas como mantras. No fundo ouço de tudo um pouco.

 

  1. Achas que serias capaz de viver um mês sem redes sociais?

Sim! Sei que seria um processo talvez complicado ao inicio, mas de certeza que me traria muita aprendizagem e satisfação.

 

  1. Tens algum blog preferido? Alguém que queiras recomendar?

Tantos e tão bons… De algum tema em especifico? 😉

 

Estes desafios costumam terminar com a nomeação de próximas pessoas a responder. Contudo, apelo à vossa liberdade e vontade de olhar para dentro e juntem-se a mim, respondam ao desafio.

 

Sex | 07.12.18

Ficar Sem Chão e Vencer!

O testemunho de hoje é o da querida Carla, uma amiga que em plena adolescência tudo mudou na sua vida. 

Mais uma convidada anónima que o seu testemunho me pode inspirar.

 

Vou escrever sobre um tema que acredito que será importante para muitos adolescentes que tiveram de emigrar do Brasil para Portugal ou para outro país!!

Pois é, infelizmente esta realidade está a ocorrer de forma gritante novamente, porque a época que vim foi na época do Presidente Collor de Mello... e após 25 anos... o meu Brasil, está ainda pior!!... É lamentável mesmo!! Sejam bem-vindos meus compatriotas.

Eu vim nos meus 16 anos!!... SOCORRO!!...( é a primeira palavra que veio em minha
Cabeça).
Posso dizer que esta mudança, me transformou muito... transformou no sentido de responsabilidade, autonomia, perseverança e desprendimento material!!

Esta mudança não fui eu que escolhi, foi imposta... eu costumo dizer sempre “ eu não emigrei, eu tive que renascer “, porque sair do seu país com a sua família, sabendo que o seu apartamento será vendido; aquela casa em que todos os seus fins de semana você estava com amigos na praia contemplando o Sol, lua e as estrelas... terá um fim!!

Por mais que me dissessem de todos os pontos negativos em que o meu país estava passando... um adolescente está vivendo o seu melhor momento!!

Minha família, amigos só falavam da palavra “despedida”, que sujeita avassaladora, desgraçada!!

Enfim...virei as costas para tudo: meu espelho onde todos os dias eu adorava ver a minha cor dourada do Sol e afirmava que me tornei numa menina crescida...onde passava as tardes a dançar; na minha cama onde muitos sonhos ali partilhava... e daí vai... coisas tão pequenas, mas que na adolescência possuem uma brutal importância!!

E por ultimo um adeus à uma pessoa que me ouvia, mimava com a sua comida...a minha eterna “ mãe preta” Avião decolou...

Chegada em Portugal, cidade do Porto...

E daí essas palavras que tanto está na moda: desafios, objetivos, sonhos, disciplina, experiências... nos meus 16 anos foram uma constante!!... 24 horas sobre 24 horas...

Tracei objetivos para atingir um sonho, através de muita disciplina... cursar uma faculdade!! Obstáculos constantes, desde professores que tentaram destruir o meu sonho, mandando eu voltar para o meu país, dizendo que não teria capacidade para atingir x média, professores abandonando as aulas de apoio, momentos bastantes difíceis, mesmooooo!!

Como sobrevivi a esse avalanche todo??!! Muita determinação e por favor não deixem que estraguem os vossos sonhos.

Na verdade, eu consegui!! A professora estava na portaria à minha espera, para me dar um abraço e até hoje nos falamos.

O que posso dizer desse pequeno, mas longo trecho da minha vida para te ajudar a seguir em frente?! A vida prega partidas, se optarmos vivê-la de maneira leve com determinação, sabedoria... e encararmos que em cada tropeço, você vai avançar ainda mais para a vitória... o caminho é mesmo esse!!

Aproveito para acrescentar, algo que ao longo dessa etapa de tanta persuasão... eu simplesmente esqueci... contemplar o sol, a lua e as estrelas.... Viva na sua verdadeira plenitude!!

 

O que a história da Carla pode acrescentar à minha vida?

Estarei a escolher viver na minha verdadeira plenitude?

 

Qua | 05.12.18

Vulnerabilidade Combina Com Liberdade

IMG_2090.PNG

Tenho refletido bastante acerca da vulnerabilidade, como falei aqui e aqui!

Reparo agora que durante muito tempo não me vulnerabilizei. Criei uma máscara ou capa, como lhe quiser chamar... o certo é que nem sempre mostrei os meus verdadeiros sentimentos e mais além disso nem sempre mostrei a minha real essência.

E que relevância tem isso na minha vida? O que essa vulnerabilidade tem assim de tão importante?

 

Julgava eu que sempre dava a minha opinião de acordo com quem sou, pensava eu que sempre mostrava o que pensava e sentia. Hoje sei que talvez não fosse bem assim. Existiam pessoas que não sabiam tudo, existiam partes de mim que escondia, seja por vergonha, por baixa autoestima, talvez.

Tudo isso fez sentido e me levou onde estou hoje. Mas após ter-me verdadeiramente vulnerabilizado sinto a real importância desse recurso.

 

A vulnerabilidade traz consigo liberdade. Sei hoje, que ambos estão de mãos dadas e nessa simbiose tudo se torna mais leve.

Ao me vulnerabilizar, tirando a capa e mostrando ainda mais os sentimentos, posso integrar a minha verdadeira essência e isso acarreta uma liberdade enorme.

 

Se foi fácil? Foi desafiante, mas gratificante. Não foi um processo simples e fácil e ainda estou no caminho, mas nada paga a liberdade que sinto hoje.

Será que existe ainda espaço na minha vida para me vulnerabilizar mais?

Pág. 1/2